Mostrar mensagens com a etiqueta Património Municipal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Património Municipal. Mostrar todas as mensagens
08/02/10
Fidelidade
Em 1958 colocava-se o bronze Fidelidade na Praceta de Benfica, escultura de Júlio Vaz Júnior. Assim o noticiava a revista Mundo Ilustrado.
07/05/08
Recuperando o Tempo Perdido...
... de ausência, também, aqui no Mercado!
Já tinha falado sobre esta casa aqui. E hoje descobri-a no Arquivo Municipal de Lisboa...

"Rua Cláudio Nunes, 47" , Fotografia de Artur Goulart
in Arquivo Municipal de Lisboa
19/03/08
Chafariz de Benfica

"Chafariz de Benfica"; Passaporte, António; 1901-1983
in Arquivo Municipal de Lisboa

Chafariz de Benfica, na esquina da Estrada de Benfica com a Estrada das Garridas.
Não tão bonito (e bem estimado) como o seu congénere em São Domingos de Benfica, ainda assim, continua a ser o ponto de venda de pinheiros no Natal (uma das imagens mais bonitas dessa época).
Outrora, numa das pequenas casas térreas que se situavam nas suas traseiras (hoje substituídas por prédios de inúmeros andares), funcionou o primeiro "Tele-Clube" da freguesia, onde as famílias se juntavam ao serão para assistir a programas de televisão (quando a existência desse aparelho nos lares portugueses ainda era muito rara).
14/03/08
06/03/08
Palácio Fronteira
Há pouco tempo atrás recebi um mail com a informação de um debate que teria lugar precisamente neste Palácio e foi aí que comecei a olhar para ele com outros olhos... e mais tarde, no livro de José Cardoso Pires fiquei surpreendida de ver São Domingos de Benfica naquelas páginas... ele dizia assim...
Está envolvido em jardins e floresta na base da Serra do Monsanto e tem um aval de marqueses ilustrados a dar-lhes majestade. Palácio Fronteira, eis o lugar. Como arquitectura, peça única: vem em capítulo maior nos tratados dos mestres e vale pelo deslumbramento com que foi concebido. Como pousada de arte, maior previlégio ainda porque a ousadia e o mito ressaltam por toda a p
arte em figuras de beleza classica ou em monstros de escárnio e de excumunhão. Pressente-se uma diabólica aliança do sagrado com o profano a conduzir o nosso olhar, estamos, não há dávida, num lugar prodigioso para conceber um bestiário perverso e dar-lhe morada eterna.in Lisboa livro de bordo, José Cardoso Pires, Publicações Dom Quixote
mais aqui
Subscrever:
Mensagens (Atom)



