Quando por volta de 1978 fui morar para a Joaquim Manso, passava todos os dias por esta casinha, atravessava a rua e apanhava o 33 para a faculdade. Ao lado havia uma pastelaria, a Bijou, salvo erro e mais adiante umas bombas de gasolina. Para ir para casa subia um caminho de lama e de pedras, rodeado de couvais que um senhor mal humorado tratava. Queixava-se ele que roubavam tudo! Malditos!
Nos Santos Populares a festa durava semanas . Eu estava entre dois fogos, os arraiais dos Kapas e o do Charquinho. Era uma chinfrineira terrível, sobretudo porque não havia hora limite para a função.
Um dia, não sei em que ano, a casa foi abaixo. Mas penso que ainda sobrevive outra mais acima. Ou não terá escapado?
Entretanto volto muito ao Charquinho, por causa do espectacular restaurante " O Escondidinho". E digo sempre "quando era nova e morava aqui..."